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A internet trouxe mais agilidade para diversos processos empresariais. Porém, com o mundo cada vez mais digitalizado, os incidentes cibernéticos se tornaram uma verdadeira dor de cabeça.
Quando atingida por algum tipo de ataque, a organização pode sofrer um prejuízo financeiro e de reputação. Neste contexto, respostas rápidas e eficientes são fundamentais para minimizar os danos.
Conheça a seguir as fases que envolvem a resposta aos incidentes cibernéticos.
A resposta a incidentes é um processo estruturado e sistemático utilizado para gerenciar e minimizar os efeitos de eventos indesejáveis que comprometem a segurança da informação em uma organização.
Esses incidentes podem incluir ataques cibernéticos, violações de dados, falhas técnicas, ou qualquer outro evento que prejudique a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados e sistemas da empresa.
Cada um traz impactos devastadores, desde a perda de dados sensíveis até a paralisação de operações críticas, sem mencionar as implicações financeiras, legais e reputacionais.
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Quando atingida por algum tipo de ataque, a organização pode sofrer um prejuízo financeiro e de reputação.[/caption]
Quando se fala em respostas para incidentes cibernéticos, o NIST e o SANS se tornaram os institutos padrões na indústria. Saiba mais sobre eles.
NIST é a sigla para National Institute of Standards and Technology. Ele foi criado para definir os padrões utilizados nos Estados Unidos e logo viraram uma referência mundial.
Essa agência governamental trabalha com segurança cibernética. O processo de resposta para incidentes conta com quatro etapas:
SANS significa SysAdmin, Audit, Network and Security . Eles são uma organização privada que também atua na pesquisa e segurança da informação.
Embora mais jovens que o NIST, o SANS também é considerado uma referência em resposta para incidentes. O seu método consiste em seis etapas:
De forma geral, NIST e SANS possuem os mesmo componentes, com pequenas nuances entre eles. Confira a seguir como cada um é aplicado na prática.
Essa etapa é semelhante tanto no NIST quanto no SANS. O objetivo é garantir que a organização esteja pronta para responder a um incidente.
Todos os dispositivos (computadores, notebooks e celulares) da empresa são listados e a equipe é treinada para seguir medidas de segurança. Além disso, são criados backups e implementadas ferramentas preventivas como firewalls.
Nesta fase, as empresas já reconheceram que houve um incidente ou que ele está em andamento. Novamente, NIST e SANS se alinham, estabelecendo que o próximo passo é reunir tudo o que for possível sobre a invasão.
Em seguida, os responsáveis pela segurança cibernética procuram identificar o ponto de entrada e a amplitude da violação. Esse processo se torna mais simples se a empresa tiver investido em ferramentas de proteção.
Essa é a etapa em que NIST e SANS se separam em suas semelhanças. O primeiro entende que esse processo é uma única etapa, enquanto o segundo acredita que são fases diferentes.
A contenção é limitar o impacto dos incidentes, evitando que eles se espalhem e causem mais danos. Existem dois tipos de contenção:
Depois de conter o incidente, é preciso eliminar a causa raiz. Isso pode incluir a remoção de malware, correção de vulnerabilidades exploradas e verificação de que todos os sistemas afetados estão limpos.
Após a eliminação do problema, os sistemas afetados devem ser restaurados ao seu estado normal. Isso envolve a restauração de backups, a validação de que os sistemas estão seguros e a monitorização para garantir que o incidente não se repita.
Embora utilizem palavras diferentes, o NIST e o SANS voltam a ficar de acordo nas ações recomendadas na última etapa.
Após os incidentes serem resolvidos, a organização deve realizar uma revisão detalhada para identificar o que aconteceu, como foi tratado e o que pode ser feito para evitar novos ataques no futuro.
Essa fase é fundamental para melhorar as políticas de segurança e a preparação para possíveis invasões, retornando ao conceito da primeira etapa.
Cada fase desempenha um papel essencial para minimizar o impacto dos incidentes e fortalecer a postura de segurança cibernética da organização.
Proteger dados sensíveis e informações sigilosas é essencial para preservar a reputação da empresa e evitar prejuízos financeiros.
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