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Artigo | 11/09/2024

As fases de resposta a incidentes cibernéticos 

A internet trouxe mais agilidade para diversos processos empresariais. Porém, com o mundo cada vez mais digitalizado, os incidentes cibernéticos se tornaram uma verdadeira dor de cabeça. 

Quando atingida por algum tipo de ataque, a organização pode sofrer um prejuízo financeiro e de reputação. Neste contexto, respostas rápidas e eficientes são fundamentais para minimizar os danos. 

Conheça a seguir as fases que envolvem a resposta aos incidentes cibernéticos. 

O que é a resposta a incidentes? 

A resposta a incidentes é um processo estruturado e sistemático utilizado para gerenciar e minimizar os efeitos de eventos indesejáveis que comprometem a segurança da informação em uma organização. 

Esses incidentes podem incluir ataques cibernéticos, violações de dados, falhas técnicas, ou qualquer outro evento que prejudique a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados e sistemas da empresa.

Cada um traz impactos devastadores, desde a perda de dados sensíveis até a paralisação de operações críticas, sem mencionar as implicações financeiras, legais e reputacionais. 

As principais estruturas de respostas

[caption id="attachment_468" align="alignnone" width="1000"]Segurança de dados Quando atingida por algum tipo de ataque, a organização pode sofrer um prejuízo financeiro e de reputação.[/caption]

Quando se fala em respostas para incidentes cibernéticos, o NIST e o SANS se tornaram os institutos padrões na indústria. Saiba mais sobre eles. 

NIST

NIST é a sigla para National Institute of Standards and Technology. Ele foi criado para definir os padrões utilizados nos Estados Unidos e logo viraram uma referência mundial. 

Essa agência governamental trabalha com segurança cibernética. O processo de resposta para incidentes conta com quatro etapas:

  • Preparação; 
  • Detecção e análise; 
  • Contenção, erradicação e recuperação; 
  • Atividade pós-incidente. 

SANS

SANS significa SysAdmin, Audit, Network and Security . Eles são uma organização privada que também atua na pesquisa e segurança da informação. 

Embora mais jovens que o NIST, o SANS também é considerado uma referência em resposta para incidentes. O seu método consiste em seis etapas: 

  • Preparação; 
  • Identificação; 
  • Contenção;
  • Erradicação; 
  • Recuperação;
  • Lições aprendidas. 

Diferenças entre NIST e SANS na prática 

De forma geral, NIST e SANS possuem os mesmo componentes, com pequenas nuances entre eles. Confira a seguir como cada um é aplicado na prática. 

Preparação 

Essa etapa é semelhante tanto no NIST quanto no SANS. O objetivo é garantir que a organização esteja pronta para responder a um incidente. 

Todos os dispositivos (computadores, notebooks e celulares) da empresa são listados e a equipe é treinada para seguir medidas de segurança. Além disso, são criados backups e implementadas ferramentas preventivas como firewalls. 

Detecção e análise/ identificação 

Nesta fase, as empresas já reconheceram que houve um incidente ou que ele está em andamento. Novamente, NIST e SANS se alinham, estabelecendo que o próximo passo é reunir tudo o que for possível sobre a invasão. 

Em seguida, os responsáveis pela segurança cibernética procuram identificar o ponto de entrada e a amplitude da violação. Esse processo se torna mais simples se a empresa tiver investido em ferramentas de proteção. 

Contenção, erradicação e recuperação

Essa é a etapa em que NIST e SANS se separam em suas semelhanças. O primeiro entende que esse processo é uma única etapa, enquanto o segundo acredita que são fases diferentes. 

A contenção é limitar o impacto dos incidentes, evitando que eles se espalhem e causem mais danos. Existem dois tipos de contenção: 

  • Contenção de curto prazo: soluções rápidas e temporárias para impedir que o problema piore. 
  • Contenção de longo prazo: soluções mais duradouras, que podem envolver correções de segurança ou a reconstrução de sistemas comprometidos.

Depois de conter o incidente, é preciso eliminar a causa raiz. Isso pode incluir a remoção de malware, correção de vulnerabilidades exploradas e verificação de que todos os sistemas afetados estão limpos.

Após a eliminação do problema, os sistemas afetados devem ser restaurados ao seu estado normal. Isso envolve a restauração de backups, a validação de que os sistemas estão seguros e a monitorização para garantir que o incidente não se repita.

Atividades pós-incidentes/ lições aprendidas 

Embora utilizem palavras diferentes, o NIST e o SANS voltam a ficar de acordo nas ações recomendadas na última etapa. 

Após os incidentes serem resolvidos, a organização deve realizar uma revisão detalhada para identificar o que aconteceu, como foi tratado e o que pode ser feito para evitar novos ataques no futuro. 

Essa fase é fundamental para melhorar as políticas de segurança e a preparação para possíveis invasões, retornando ao conceito da primeira etapa. 

Cada fase desempenha um papel essencial para minimizar o impacto dos incidentes e fortalecer a postura de segurança cibernética da organização.

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