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O mundo vem se tornando cada vez mais digital, e os dados e as informações são trocados em velocidade e quantidade. Em decorrência disso, a cibersegurança tornou-se um dos pilares da proteção empresarial e o foco de atenção das empresas, pois é ela que faz a proteção dos sistemas, das redes e dos dados contra ataques cibernéticos.
Conforme um relatório publicado pelo site Olhar Digital, o Brasil foi o país que mais sofreu ciberataques no segundo trimestre de 2024, com um aumento de 67%. Foram 2.754 tentativas por semana apenas neste trimestre.
Esses números demonstram um aumento expressivo em relação ao segundo trimestre de 2023, quando houve uma alta de 7%. Naquele ano, a média de tentativas de ataque foi de 1.645 por semana.
Neste artigo, vamos entender o que é a cibersegurança e como aplicá-la na prática para que a sua empresa fique protegida. Vamos nessa?
A cibersegurança é a proteção para sistemas e dados digitais contra acessos não autorizados, roubo de informações, bem como ataques destrutivos. Ela não se limita a instalar um antivírus, mas requer ações proativas para prevenir, monitorar e responder a tentativas de invasão e exploração de vulnerabilidades.
Devido à crescente dependência pela tecnologia, tanto as pequenas quanto as grandes empresas estão expostas a riscos que podem causar desde prejuízos financeiros pela perda de dados até grandes interrupções operacionais.
A proteção cibernética nas empresas abrange várias frentes. Entenda!
A segurança de redes se refere à proteção de uma rede de computadores contra acessos não autorizados, que podem ser oriundos de hackers cuja intenção é comprometer a segurança ou de malwares que explorem vulnerabilidades. É um elemento que garante que a infraestrutura da rede esteja protegida contra ameaças externas ou internas.
Já quando se fala em segurança da informação, ela deve ser entendida como responsável pela proteção da integridade e da confidencialidade de dados, sejam eles armazenados ou em trânsito, em relação a acessos não autorizados ou outras reminiscentes formas de acesso a eles.
Por outro lado, a segurança de aplicativos se dedica a garantir que os softwares e dispositivos estejam protegidos contra ameaças, sendo que, se uma aplicação for comprometida, os dados que deveriam ser mantidos podem vir a ser expostos. O ideal do ponto de vista de segurança é que comece desde a concepção do software, na fase de desenvolvimento, e que isso garanta uma aplicação robusta contra ataques antes mesmo de ser lançada ou utilizada.
A segurança operacional compreende a parte que gerencia a operação e a administração de processos e de decisões sobre o tratamento seguro dos dados. Aqui se incluem as permissões de acesso dos usuários dentro da rede e as regras sobre como e onde esses dados podem ser armazenados e compartilhados, visando sempre à utilização adequada e segura das informações.
E por fim, a recuperação de desastres e continuidade dos negócios são duas das abordagens necessárias para lidar com incidentes que possam afetar as operações de uma entidade, como um ataque cibernético ou uma falha de sistema. A recuperação de desastres específica como a empresa restaurará suas operações e dados. A continuidade de negócios descreve como a organização pode continuar a funcionar apesar da perda temporária de alguns recursos.
Existem diversas formas de ataque que podem comprometer a integridade dos dados de uma empresa. Confira as mais comuns:
Malware: programas maliciosos, como vírus, trojans e ransomwares, projetados para danificar ou ganhar controle sobre sistemas. Ransomwares, por exemplo, bloqueiam o acesso aos dados e exigem resgate para liberá-los.
Phishing: uma das técnicas mais comuns, envolve o envio de e-mails fraudulentos que aparentam ser legítimos, com o objetivo de capturar informações confidenciais, como senhas e dados bancários.
Ataques de engenharia social: esses ataques exploram a confiança e a falta de conhecimento dos usuários para obter acesso a sistemas ou informações sensíveis. O atacante pode se passar por um contato de confiança e convencer a vítima a entregar dados ou realizar ações.
DDoS (ataques distribuídos de negação de serviço): sobrecarregam os sistemas de uma empresa com grandes quantidades de tráfego, forçando o sistema a ficar fora do ar, prejudicando a operação do negócio.
Exploração de vulnerabilidades: quando hackers descobrem brechas em softwares ou sistemas operacionais que não foram corrigidas e as utilizam para invadir ou danificar um sistema.
Para proteger-se contra as diversas ameaças cibernéticas, as empresas devem adotar uma série de medidas, muitas delas preventivas e proativas. Aqui estão algumas das principais ações que podem ser tomadas:
A cibersegurança não é mais um "luxo" que empresas podem escolher. Ela é uma necessidade estratégica para qualquer organização que lida com informações digitais.
Por isso, a Symbioti é especializada em oferecer soluções de cibersegurança personalizadas para empresas que entendem a importância de manter seus dados e sistemas protegidos.
Desde a implementação de firewalls até o desenvolvimento de estratégias de segurança contínua, a Symbioti oferece suporte completo para proteger negócios em um mundo digital cada vez mais ameaçador.
Ao contar com a Symbioti, as empresas adotam uma solução que acompanha o ritmo das novas ameaças e das melhores práticas de segurança. Isso garante que os sistemas estejam sempre atualizados e preparados para o inesperado. Entre em contato para fazer um orçamento.
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