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Com o aumento constante dos ataques cibernéticos, tornou-se indispensável implementar uma cultura de cibersegurança nas empresas brasileiras.
Devido aos tantos ataques no primeiro semestre de 2024, o Brasil foi o quarto país do mundo com mais ameaças digitais detectadas.
Frente a este cenário, torna-se fundamental preparar as organizações para que elas não sofram com esses incidentes.
A cibersegurança deixou de ser uma preocupação exclusiva de equipes de TI e deve ser uma prioridade estratégica para empresas de todos os tamanhos e segmentos.
Pensando nisso, a Symbioti preparou um texto completo para explicar como é possível implementar uma cultura de cibersegurança na sua companhia. Confira!
A cultura de cibersegurança é um conjunto de valores, práticas e normas adotados por uma organização para proteger seus dados, sistemas e informações contra as crescentes e constantes ameaças digitais.
Ou seja, diferentemente de medidas pontuais de cibersegurança frente aos ataques cibernéticos, estabelecer essa cultura envolve a conscientização e o engajamento de todos os colaboradores, independentemente do cargo ou departamento, para criar um ambiente empresarial mais digitalmente seguro.
Não será apenas a equipe de TI que estará preparada para possíveis ataques, mas todo o time da sua companhia!
A cultura de cibersegurança vai além de políticas ou ferramentas tecnológicas. Ela é importante para promover uma conscientização coletiva em que todos os colaboradores reconhecem seu papel na proteção da empresa contra ameaças digitais.
Quando a cibersegurança é valorizada e incorporada à rotina das organizações, as chances de ataques bem-sucedidos diminuem significativamente.
Além disso, ela é importante para que a empresa evite multas e penalidades associadas à não conformidade com leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Ainda, os clientes e parceiros valorizam empresas comprometidas com a segurança, porque sabem que seus dados e informações estarão seguros.
Para criar uma cultura voltada à segurança digital, é essencial:
O compromisso com a cibersegurança deve começar pelos líderes da empresa. É fundamental que a equipe executiva esteja não só comprometida, mas também ativamente envolvida em promover a segurança cibernética da empresa.
As equipes de TI não podem mais atuar de forma isolada. Por isso, é muito importante que elas consigam convencer a alta direção sobre a relevância da segurança digital e ofereçam orientações sobre como fortalecer a cultura de cibersegurança em toda a empresa.
Ainda, a liderança precisa ser capaz de comunicar a importância dessa questão para todos os níveis da organização. Quando gestores e diretores apoiam e exemplificam boas práticas, isso serve de incentivo para que todos os colaboradores façam o mesmo.
Para que haja conscientização, as empresas podem (e devem) realizar treinamentos regulares para educar os funcionários sobre os riscos cibernéticos, como phishing, ransomware e engenharia social.
Por isso, é interessante oferecer dicas práticas, como a criação de senhas fortes, identificação de e-mails suspeitos e a importância de atualizações de software. Workshops podem ser uma boa alternativa para que todos estejam bem alinhados a essas ações.
Segundo o Relatório de Riscos de TI da Netwrix, 37% dos entrevistados apontaram a falta de treinamento adequado da equipe como um dos maiores desafios para implementar uma estratégia de gestão de riscos de TI mais eficaz.
Ou seja, é essencial corrigir este erro para que as empresas estejam mais digitalmente protegidas.
Para uma cultura de cibersegurança interna, é indispensável a criação de políticas de segurança da informação detalhadas, incluindo regras para uso de dispositivos, acesso remoto e compartilhamento de dados.
Mas é claro que é muito importante que essas políticas sejam simples, acessíveis e aplicáveis no dia a dia para que todos os colaboradores possam compreendê-las e aplicá-las.
As políticas podem ser elaboradas pelo setor de TI e aprovadas por todas as partes envolvidas. O documento final define as regras e os procedimentos que devem ser seguidos por todos aqueles que têm acesso aos sistemas e recursos de TI da organização.
Lembre-se de que o conteúdo dos treinamentos da sua equipe deve ser ajustado de acordo com as características dos colaboradores.
Isto é, a empresa deve levar em conta o departamento, o grupo ao qual pertencem, seu nível de responsabilidade, o conhecimento prévio que possuem, os dados aos quais têm acesso e as ferramentas que utilizam.
Por exemplo, funcionários que não têm acesso a dados sensíveis dos clientes não precisam ser treinados sobre como trabalhar com eles de maneira segura.
Ou seja, utilize exemplos que façam sentido para aquele colaborador!
Para evitar grandes problemas, é muito importante incentivar os colaboradores a reportarem comportamentos suspeitos ou incidentes sem medo de represálias.
Uma comunicação aberta ajuda a identificar problemas rapidamente e fortalece a colaboração entre equipes.
Além disso, a sua empresa pode implementar um plano de resposta a incidentes cibernéticos, com procedimentos claros sobre como agir em caso de ataque. Assim, essa preparação evita pânico e garante uma ação rápida e eficaz, minimizando danos.
A cibersegurança não deve se tornar algo “chato”, mas sim um ponto estratégico que chame a atenção dos seus colaboradores.
Se o treinamento de segurança for específico e parecer monótono, busque maneiras de engajar sua equipe com eventos interativos e opções mais descontraídas para gerar o interesse da equipe.
Implementar uma cultura de cibersegurança é um processo contínuo que exige comprometimento, treinamento e investimentos em tecnologia. Mas vale a pena começar o quanto antes a transformar sua organização em um ambiente mais seguro digitalmente.
Assim, você colherá bons frutos de ter adquirido a cultura de cibersegurança!
Além da cultura de cibersegurança, sua empresa pode contar com um parceiro como a Symbioti, que se dedica em compreender as necessidades da sua empresa em Segurança e Gestão da Informação.
Para saber mais como podemos ajudar, acesse aqui.
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