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Você sabia que a segurança na nuvem é uma das muitas preocupações que as empresas devem ter?
Isso porque há ataques constantes à nuvem. Segundo um estudo da Tenable, por exemplo, 95% das organizações enfrentaram ataques relacionados à nuvem em 2023.
Já o Relatório Global de Segurança na Nuvem de 2024, da Check Point, mostrou um aumento de 154% de ataques nesse tipo de armazenamento em 2024.
Ainda, a pesquisa Thales Global Data Threat Report (DTR) 2024 identificou que os principais alvos dos ataques cibernéticos foram ativos em Nuvem.
Mas, afinal, quais são os maiores desafios da segurança na nuvem? Quais são as preocupações que as empresas devem ter? Continue a leitura e entenda mais sobre esse assunto com a Symbioti!
A nuvem, ou computação em nuvem (cloud computing), é um modelo de tecnologia que permite o armazenamento, processamento e acesso a dados e serviços por meio da internet, em vez de depender de servidores ou dispositivos físicos locais.
Enquanto isso, a segurança em nuvem é o conjunto de práticas, tecnologias e políticas projetadas para proteger dados, aplicações e infraestruturas que estão hospedadas em ambientes de computação neste modelo de armazenamento.
Esse processo de cibersegurança conta com: proteção contra ameaças cibernéticas, controle de acessos, conformidade com regulamentações e a garantia da integridade e disponibilidade das informações.
Os principais aspectos da segurança em nuvem:
A segurança em nuvem é fundamental, porque muitas empresas armazenam informações sensíveis nesses ambientes digitais. Sem proteção adequada, os dados podem ser expostos a ataques de hackers, vazamentos e acessos não autorizados.
No entanto, há desafios, como ataques à nuvem, que podem comprometer a integridade e a confidencialidade das informações corporativas.
Os riscos de segurança aos serviços de computação em nuvem podem ser classificados em três grandes categorias: vulnerabilidades do sistema, erro humano e ameaças externas.
Vulnerabilidades do sistema representam o lado técnico das ameaças e exigem uma abordagem proativa por parte das equipes de TI.
Entre os problemas para esta vulnerabilidade estão falhas de configuração, APIs inseguras, falta de criptografia e permissões mal gerenciadas, sendo exemplos de brechas que podem ser exploradas.
Outro ponto também é a rápida adoção de serviços em nuvem que, sem planejamento adequado, aumenta o risco de exposição. Além disso, os sistemas empresariais de acesso remoto frequentemente carecem de configurações seguras e verificações de segurança.
Erro ou negligência do usuário final são fatores humanos que tornam sistemas em nuvem vulneráveis. Funcionários despreparados podem compartilhar credenciais, utilizar senhas fracas ou ser vítimas de ataques de engenharia social.
Por essa razão, é fundamental que as organizações apostem em educação contínua para que seus colaboradores saibam lidar contra essas ameaças. Afinal, criminosos se utilizam de e-mails fraudulentos e de outros meios enganosos para roubar credenciais de usuários.
Ameaças externas combinam tanto falhas técnicas quanto fraquezas humanas para comprometer os sistemas na nuvem. Cibercriminosos utilizam phishing, malware e ransomware para sequestrar dados e obter acesso não autorizado.
Vale destacar que a crescente adoção de dispositivos domésticos inteligentes introduz novos riscos. Muitos usuários não estão cientes das melhores práticas de configuração segura, tornando dispositivos antes isolados, como as assistentes virtuais, potenciais pontos de entrada para invasores em redes domésticas privadas.
A segurança na nuvem depende de tecnologia robusta e da conscientização e boas práticas dos usuários e administradores.
De acordo com uma pesquisa da Palo Alto Networks, feita com profissionais de TI, as principais preocupações são:
Para 44% das organizações, as vulnerabilidades inesperadas introduzidas por códigos gerados por inteligência artificial são motivo de grande preocupação.
Sabemos que os algoritmos criam software automaticamente. Mas a ausência de supervisão humana pode resultar em falhas de segurança não identificadas, que pode ser um risco enorme à nuvem.
Em segundo lugar, 43% dos profissionais de TI entrevistados apontam os riscos relacionados às APIs como uma grande ameaça.
Essas interfaces, responsáveis pela comunicação entre diferentes sistemas, podem expor dados sensíveis, facilitar acessos não autorizados e abrir brechas para ataques cibernéticos.
No Brasil, esse risco é percebido com ainda mais intensidade, sendo destacado por 52% dos participantes.
De acordo com a pesquisa, cerca de 38% das organizações demonstram apreensão com a possibilidade de ataques aprimorados por IA.
Isso porque as empresas temem a dificuldade de prever e se defender contra essas ameaças.
A falha no controle de acessos preocupa 35% das empresas consultadas. Na América Latina, 44% dos entrevistados acreditam que precisam fortalecer a segurança por meio de soluções de identidade e controle de acessos.
Os riscos associados ao pipeline de integração e entrega contínuas (CI/CD) são apontados por 34% das organizações como um fator crítico para a segurança em nuvem.
As ameaças internas seguem como um desafio constante, mencionado por 32% dos entrevistados. Essa preocupação abrange, por exemplo, o mal uso da rede por colaboradores.
Isso acontece porque 98% das empresas armazenam dados em múltiplos ambientes, e essa realidade faz com que as oportunidades para ataques internos aumentem. Ou seja, consequentemente há um crescimento das ameaças persistentes avançadas (APTs), relatadas por 45% das organizações.
A pesquisa também mostra que 29% das companhias apontam a falta de controle sobre ativos desconhecidos na nuvem como um risco importante.
A Symbioti conta com uma equipe especializada que vai entender as necessidades específicas de sua empresa em termos de Segurança e Gestão da Informação.
Por meio de uma análise detalhada e precisa, criamos soluções personalizadas, identificando vulnerabilidades e oferecendo suporte constante para garantir que a Segurança Cibernética de sua organização esteja sempre atualizada e protegida.
Ou seja, ao ter uma parceria com a Symbioti, a sua empresa evita ataques cibernéticos, incluindo ataques à nuvem e outros riscos digitais.
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