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A inteligência artificial tem proporcionado que tecnologias se tornem cada vez mais avançadas e complexas. Uma das ferramentas que mais teve atualizações é o deepfake.
De acordo com uma pesquisa da multinacional americana Palo Alto Networks, a IA avançou tanto que, hoje, é possível criar uma pessoa falsa em apenas 70 minutos. Isso coloca o deepfake como uma das tecnologias mais utilizadas por criminosos que desejam aplicar golpes.
Saiba, no texto a seguir, como essa tecnologia pode afetar a segurança digital da empresa.
O deepfake é uma imagem criada com o uso de tecnologias de inteligência artificial (IA) que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos. A prática também é capaz de sincronizar os movimentos dos lábios e expressões faciais.
O termo é uma mistura das expressões “deep learning” e “fake”, ou seja, a tecnologia usa aprendizagem profunda com algoritmos para criar imagens e vídeos falsos de alta qualidade.
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Deepfakes representam riscos para a segurança das empresas.[/caption]
Os vídeos falsos criados por deepfakes podem ser utilizados para disseminar informações falsas. Por exemplo, uma pessoa cria um material com alguma autoridade ou personalidade famosa dizendo ou fazendo coisas que nunca praticou na vida real.
Nesse tipo de caso, o objetivo é manipular a opinião pública em relação a determinados temas e gerar revolta. Essa ferramenta também é utilizada por cibercriminosos que se passam por pessoas reais e entram em contas bancárias, sistemas, entre outros.
Uma utilização indevida do deepfake que requer atenção por parte das empresas são os falsos candidatos em processos seletivos. Segundo a ResumeGenius, plataforma online para criação de currículos, 17% já se depararam com candidatos deepfake em entrevistas por vídeo.
Por trás da IA, estão golpistas que conseguem acesso aos sistemas da empresa e podem extrair informações confidenciais, desviar recursos, instalar ransomware ou criar brechas permanentes para futuras invasões.
Apesar de ser extremamente realista, é possível aplicar algumas técnicas para descobrir se um vídeo está utilizando deepfake. O primeiro passo é observar possíveis inconsistências técnicas e visuais.
Observe falhas onde o rosto encontra o fundo e diferenças de iluminação entre o rosto e o ambiente. Procure por movimentos labiais fora de sincronia e atrasos na fala. Outro sinal de deepfake são os olhos robóticos, com piscadas irregulares e expressões faciais excessivamente suaves.
Caso você esteja participando de uma conversa por videochamada e suspeite que a pessoa do outro lado possa estar utilizando um deepfake, uma boa medida é pedir para ela fazer movimentos específicos.
Peça para ela colocar a mão na frente do rosto ou tocar a orelha. Você pode também solicitar que a pessoa vire o rosto de lado e faça movimentos rápidos com a cabeça.
Peça também para que a pessoa segure um objeto físico ou faça ajustes de câmera e luz durante a conversa, testando a capacidade de adaptação do deepfake.
Um dos maiores desafios dos golpistas são perguntas inesperadas que exigem um conhecimento de contexto ou cultura local. Por exemplo, se essa pessoa afirmar que viveu em uma determinada região, faça perguntas sobre pontos de referência e costumes locais.
Pergunte sobre vivências profissionais de forma que exija entendimento real, e não apenas fatos decorados. Procure sempre pedir exemplos situacionais.
A cibersegurança desempenha um papel vital no ambiente empresarial moderno, sendo essencial para proteger as organizações contra ameaças cibernéticas e garantir a continuidade de suas operações.
No mundo digital interconectado de hoje, as empresas enfrentam uma ampla gama de ameaças, como malware, phishing, ransomware, ataques de negação de serviço (DDoS) e roubo de dados. Essas ameaças podem resultar em perdas financeiras, danos à reputação da empresa, violação de dados e interrupção dos negócios.
Por isso, é fundamental contar com o apoio de uma empresa especialista em segurança digital. A Symbioti tem um time que se dedica a compreender perfeitamente quais são as suas necessidades em gestão da informação.
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