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São muitos os perigos cibernéticos atualmente - e os worms estão entre os principais! Esse tipo de malware é um dos mais disseminados e perigosos.
Os worms representam uma das ameaças mais antigas e persistentes no universo da segurança digital.
Apesar de avanços nas técnicas de proteção, eles continuam sendo um risco significativo para as empresas.
Caso a sua organização não esteja atenta a esse tipo de malware, isso pode gerar um prejuízo gigantesco ao seu sistema!
Pensando nisso, a Symbioti traz um texto completo sobre essa ameaça e explica como a sua empresa pode se proteger contra ela. Confira!
Mais perigoso que vírus comuns, os worms são um tipo de malware (software malicioso) projetado para se propagar automaticamente entre dispositivos conectados à mesma rede ou à Internet, sem a necessidade de interação do usuário.
Diferentemente de outros malwares, os worms não precisam de um programa hospedeiro para se disseminar, o que os torna extremamente perigosos e eficientes na propagação de código malicioso.
Uma vez que infecta um computador, esse programa se replica automaticamente em diversas áreas do sistema e se propaga para outros dispositivos, utilizando a Internet, mensagens, redes locais, dispositivos USB ou arquivos. O propósito, na maioria dos casos, é obter informações sigilosas de usuários ou empresas.
Acredita-se que o primeiro worm foi criado em 1988 na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. O autor do programa foi Robert Morris, um estudante que lançou na Internet um software projetado para se replicar automaticamente, com o objetivo de calcular o número de computadores conectados à rede.
Mas um erro no código causou o travamento de todos os dispositivos em que o programa foi executado.
Os worms exploram vulnerabilidades em sistemas operacionais, softwares ou dispositivos conectados à rede.
Eles aproveitam espaços virtuais existentes para infectar computadores, e podem ser disseminados de forma discreta, como um arquivo corrompido baixado ao acessar um site suspeito.
Esse arquivo pode se disfarçar de instalador legítimo e, ao ser executado, cria uma brecha no sistema que permite a instalação de software malicioso no dispositivo.
Depois disso, o worm pode se propagar enviando mensagens com anexos ou links infectados para todos os contatos associados ao e-mail configurado no computador.
Os worms utilizam diferentes métodos para se espalhar pelas redes. Muitos são enviados como anexos em e-mails, sendo um dos tipos mais comuns de propagação.
Outros se disseminam por meio de links para sites comprometidos, geralmente disfarçados no código HTML da página, e a infecção é acionada quando o site é carregado no navegador.
Também é possível que worms se escondam em dispositivos externos, como pendrives, infectando sistemas quando o hardware é conectado. Além disso, esses worms podem ser transmitidos por meio de arquivos baixados ou servidores FTP, propagando-se para o servidor e, posteriormente, para outras transmissões FTP de saída.
Mensagens instantâneas em aplicativos como SMS, WhatsApp, Facebook Messenger e outros sistemas de mensagens também podem ser usadas para disseminar worms, frequentemente por meio de links externos.
Ainda, os worms podem estar ocultos em pacotes de rede e se autopropagar por meio de acesso compartilhado a dispositivos ou arquivos na rede.
A principal diferença entre um vírus e um worm está na forma como eles se propagam e se espalham por sistemas e redes.
Um vírus se anexa a arquivos executáveis ou programas. Mas para se espalhar, ele depende da execução desses arquivos infectados. Ou seja, ele só é ativado quando o arquivo infectado é aberto ou executado pelo usuário.
O vírus geralmente precisa da ação do usuário para se propagar, como ao abrir um e-mail com um anexo malicioso ou executar um arquivo infectado.
Por outro lado, o worm é um software malicioso que se propaga automaticamente, sem a necessidade de ser anexado a um arquivo executável. Como vimos, ele pode se replicar e se espalhar por meio de redes, aproveitando vulnerabilidades de segurança em sistemas.
Isso significa que o worm não depende da ação do usuário para se espalhar, já que ele se propaga sozinho, explorando falhas de segurança e infectando outros dispositivos conectados à rede.
Empresas podem ser altamente prejudicadas por esse tipo malicioso de ataque, com vazamento de informações importantes, por exemplo.
Mas, apesar de ser um malware perigoso, existem maneiras de se proteger contra ele. Para prevenir infecções por worms, é importante:
Adotar medidas preventivas e estar atento a vulnerabilidades é essencial para evitar infecções e garantir a segurança dos dados e dispositivos. E nada como contar com um parceiro especializado para isso, não é mesmo?
Para que sua organização não corra riscos, entre em contato com a Symbioti! Temos o objetivo de compreender perfeitamente quais são as necessidades da sua empresa em Segurança e Gestão da Informação. Acesse aqui e saiba mais!
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