Nós usamos cookies
Este site usa cookies para aprimorar sua experiência de navegação.
Carregando...
Os ataques virtuais são uma das grandes preocupações da empresa, já que podem comprometer a operação da mesma, causar prejuízos financeiros e provocar danos severos na reputação. Uma das técnicas mais utilizadas por invasores é a engenharia social.
Neste tipo de ataque, o alvo deixa de ser o sistema e passa a ser as pessoas que têm acesso a ele. Na engenharia social, não necessariamente há tecnologia envolvida, tornando muito mais difícil de detectar e se prevenir, já que as empresas acabam esquecendo o fator humano.
Entenda a seguir como funciona essa técnica e como minimizar os seus riscos.
A engenharia social é uma técnica de manipulação que explora erros humanos para obter informações privadas, acessos ou coisas de valor. No crime cibernético, os hackers tentam atrair usuários desavisados para expor informações sigilosas ou espalhar malwares pelo sistema.
Os golpes promovidos com base em engenharia social são feitos a partir de como as pessoas pensam e agem. Isso significa que o invasor analisa o que motiva as ações de um usuário e manipula esse tipo de situação a seu favor.
Os hackers ainda tendem a explorar a falta de conhecimento dos usuários. Um exemplo disso é quando tentam influenciar a fazer um download automático. O objetivo dos invasores por engenharia social é geralmente o roubo de informações da empresa ou a interrupção ou corrupção dos dados para causar danos e incômodos.
Segundo dados do Relatório de Investigações de Violação de Dados (DBIR) da Verizon, 82% das violações cibernéticas envolvem fatores humanos. Ainda de acordo com o documento, uma organização média chega a sofrer 700 ataques de engenharia social por ano.
[caption id="attachment_596" align="aligncenter" width="1000"]
A maioria dos ataques de engenharia social depende da comunicação real entre os atacantes e as vítimas.[/caption]
A maioria dos ataques de engenharia social depende da comunicação real entre os atacantes e as vítimas. O invasor tende a motivar o usuário a se comprometer em vez de usar métodos de força bruta para violar os dados.
De modo geral, o cibercriminoso costuma estudar o alvo. Depois de identificar alguns padrões de comportamento, ele entra em contato com a vítima via e-mail, SMS ou mensagens em redes sociais.
A partir disso, o golpista vai tentar criar uma relação de confiança com a vítima, geralmente se passando por funcionário de uma outra empresa e criando um senso de urgência.
O hacker então usará técnicas de manipulação para fazer com que a vítima informe dados sensíveis ou credenciais de acesso. No caso de e-mails, as mensagens podem conter um arquivo malicioso para download ou exibir uma página falsa de algum serviço para que a pessoa insira informações pessoais.
Ao clicar nesses links ou fazer o download de um arquivo, os hackers podem invadir o sistema da empresa, extraindo informações valiosas.
A engenharia social abrange diversos tipos de golpes cometidos em ambientes físicos ou cibernéticos. Alguns dos principais tipos de ataques da engenharia social são:
Phishing: ataques de phishing que envolvem principalmente e-mails, mensagens e SMS falsos, de modo a induzir a vítima a inserir dados pessoais, clicar em um link ou baixar um arquivo malicioso.
Baiting: técnica usada para criar uma isca e atrair a curiosidade da pessoa, seja por meio digital (e-mails, anúncios e sites de download) ou de forma física (como pendrives infectados com malware).
Tailgating: técnica que geralmente ocorre em ambientes físicos, e em que o criminoso segue uma vítima disfarçadamente para obter acesso a áreas restritas.
As empresas podem reduzir o impacto e probabilidade de sofrerem ataques de engenharia social por meio de algumas ações. Uma delas é educar os colaboradores sobre as características dessas invasões e treiná-los para identificar fraudes.
A organização também pode investir em softwares de segurança, que ajudará a identificar de maneira veloz qualquer tipo de invasão. Essa medida é especialmente útil no caso de e-mails.
Outra medida eficaz é implementar a autenticação multifator (MFA), que requer vários métodos de identificação. Isso impede que pessoas não autorizadas naveguem pelo sistema e tenham acesso a dados confidenciais. Além disso, a empresa deve definir uma política para determinar quais hierarquias terão acesso a cada tipo de informação armazenada, garantindo um controle maior para esses dados.
Ataques cibernéticos podem acarretar em prejuízos financeiros e danos na reputação das empresas. Por isso, é muito importante garantir a segurança digital para evitar o vazamento de dados sigilosos.
A Symbioti conta com um time que se dedica a compreender perfeitamente quais são as necessidades da sua empresa em Segurança e Gestão da Informação. A partir desse diagnóstico, desenhamos uma solução sob medida para manter a segurança sempre em dia.
Acesse aqui e conheça todas as soluções que Symbioti oferece.
Este site usa cookies para aprimorar sua experiência de navegação.