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A frase “Errar é humano” pode até parecer um pouco batida, mas em se tratando de cibersegurança e proteção de dados, ela é justa ao avaliar que erros humanos acontecem com maior frequência do que deveriam e colocam em perigo informações muitas vezes importantíssimas.
Uma prova clara da alta potência de estrago dessas falhas e descuidos que expõe dados sigilosos, inclusive de empresas, está em um estudo da IBM, gigante do setor de Tecnologia da Informação, que aponta que o erro humano é o agente causador de 95% das violações de segurança cibernética.
Ou seja, se o erro humano for eliminado totalmente dessa conta, 19 das 20 violações cibernéticas contabilizadas no mundo não teriam ocorrido.
E como “prevenir é melhor do que remediar”, veja algumas ações indispensáveis para evitar que a falta de conhecimento, o descuido e a pressa dos seus colaboradores causem o vazamento de dados e informações desprotegidas.
O avanço tecnológico, visto a passos largos nos ambientes de trabalho, pede profissionais inseridos na relação com as máquinas.
Esses trabalhadores, no entanto, precisam entender não apenas dos benefícios oferecidos pelo uso diário dos computadores e da internet na realização de demandas e tarefas, mas também do perigo que a imprudência nessas operações causam.
Dentro do contexto de segurança, de modo geral o erro humano significa ações não intencionais ou falta de ação de uma pessoa que permite que uma violação de segurança ocorra.
Em relação à segurança digital, há uma vasta gama de ações erradas, que acontecem por alguns motivos, como:
Veja a seguir os erros humanos em cibersegurança mais comuns nas empresas e que podem causar consequências:
A partir da técnica de ataque cibernético chamada phishing, no qual o invasor tenta enganar as pessoas para que elas compartilhem informações confidenciais, os funcionários das empresas podem ser induzidos ao erro por meio de e-mails fraudulentos que aparentam ser de fontes confiáveis.
Ao ser levado a clicar em links maliciosos, abrir anexos infectados com malware ou inserir credenciais de entrada, o indivíduo autoriza acesso a senhas e outros dados privilegiados.
A criação de senhas óbvias, simples e de baixíssima dificuldade, como números ou letras em sequências (“123456” ou “abcdefg”), ou mesmo a repetição do nome que está no login, são formas comuns de erro humano no meio digital.
Outro tipo de senha fraca são aquelas que são utilizadas repetidas vezes pelo mesmo usuário em diferentes plataformas, o que pode expor as contas a ataques cibernéticos, como o ataque de força bruta ou o credential stuffing.
Colaboradores podem acidentalmente compartilhar informações confidenciais com pessoas não autorizadas, seja por e-mail, mensagem ou até mesmo em plataformas de comunicação não seguras.
Para que essas informações confidenciais e que dão acesso a áreas restritas não vazem, é fundamental um processo interno de conscientização sobre segurança digital.
A negligência em aplicar atualizações de segurança e patches a sistemas operacionais, aplicativos e dispositivos deixam a empresa vulnerável a ataques cibernéticos, como explorações de vulnerabilidades conhecidas.
Uma regra que tem tomado as corporações atualmente, especialmente em empresas com funcionários em home-office, é a BYOD (Bring Your Own Device, em português “Traga seu próprio dispositivo”).
Nesses casos, os funcionários usam seus próprios computadores, notebooks e smartphones para realizar as demandas, em todos os momentos ou somente em algumas ocasiões.
Porém, sem as devidas medidas de segurança, como criptografia e autenticação, esses dispositivos podem ser comprometidos e permitir acesso não autorizado a dados corporativos.
O esquecimento de dispositivos como laptops, pen drives ou smartphones em locais públicos sem supervisão, como: mesas de café, aeroportos ou salas de reuniões, surge como um dos erros humanos mais graves em relação à segurança digital.
A não utilização de VPNs, a alteração de configurações de segurança em dispositivos ou a desativação de firewalls são erros rotineiros e que comprometem o uso de dados sensíveis.
A administração inadequada de redes ou servidores é considerada um erro humano porque envolve decisões, omissões ou configurações incorretas do profissional, criando brechas de segurança que podem ser exploradas por agentes mal-intencionados.

A conscientização e a adoção de boas práticas de segurança são essenciais para minimizar os riscos decorrentes de erros humanos em ambientes corporativos.
Abaixo, estão algumas estratégias práticas que devem estar presentes nas empresas:
A proteção de dados depende de práticas sólidas e atualizadas, e empresas de todos os tipos e tamanhos precisam estar em conformidade com condutas que garantam a privacidade e a integridade de dados em ambientes corporativos.
Com um time de especialistas, a Symbioti oferece soluções sob medida para a sua organização, identificando vulnerabilidades e oferecendo acompanhamento contínuo para manter a segurança cibernética.
Entre em contato e saiba mais.
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