Nós usamos cookies
Este site usa cookies para aprimorar sua experiência de navegação.
Carregando...
Um novo estudo da Cisco, empresa reconhecida mundialmente por seus equipamentos de redes e comunicações, mostra que as organizações brasileiras continuam a enfrentar dificuldades com as complexidades introduzidas pela Inteligência Artificial, com 77% delas tendo experimentado incidentes de segurança relacionados à IA no último ano.
A mais nova edição do “Índice de Preparação para Cibersegurança” da Cisco (2025 Cybersecurity Readiness Index) aponta, ainda, que apenas 5% das organizações no Brasil alcançaram o nível de maturidade necessária para enfrentar de forma eficaz as ameaças de cibersegurança atuais.
Esse é o mesmo percentual apontado pela pesquisa no ano passado. Globalmente, houve uma leve melhora desse índice, passando de 3% em 2024 para 4% de maturidade neste ano.
Esse cenário apresentado pela Cisco demonstra que a preparação global para cibersegurança continua baixa, à medida que a hiperconectividade e a IA introduzem novos desafios para os profissionais de segurança.
Que tal saber mais sobre esses números?
A IA está revolucionando a segurança cibernética e escalando os níveis de ameaça. De acordo com o Índice de Preparação para Cibersegurança, 77% das organizações brasileiras enfrentaram incidentes de segurança relacionados à IA no ano passado.
No entanto, 58% dos entrevistados estão confiantes de que seus funcionários compreendem totalmente as ameaças relacionadas à IA, mesmo percentual que revela acreditar que suas equipes entendem completamente como os atores maliciosos estão usando a Inteligência Artificial para executar ataques sofisticados. Essa lacuna de conscientização deixa as organizações criticamente expostas.
A IA está agravando um cenário de ameaças que já é desafiador. No último ano, 31% das organizações brasileiras sofreram ciberataques, dificultados por estruturas de segurança complexas e com soluções pontuais desconectadas.
Olhando para o futuro, os entrevistados consideram as ameaças externas, como atores maliciosos e grupos afiliados a estados, 68% mais significativas para suas organizações do que as ameaças internas (32%), destacando a necessidade urgente de estratégias de defesa simplificadas para combater ataques externos.
"À medida que a IA transforma as empresas, estamos lidando com uma classe completamente nova de riscos em uma escala sem precedentes, colocando ainda mais pressão em nossa infraestrutura e naqueles que a defendem", diz o Chief Product Officer da Cisco, Jeetu Patel.
"O relatório deste ano continua a revelar lacunas alarmantes na preparação para a segurança e a falta de urgência em abordá-las. As organizações precisam repensar suas estratégias agora ou correr o risco de se tornarem irrelevantes na era da IA”, continua.
Abrangendo 31 soluções e capacidades, o índice avalia a preparação das empresas em cinco pilares:
Com base em uma pesquisa com 8 mil líderes de segurança e negócios do setor privado em 30 mercados globais, os entrevistados detalharam seus estágios de implantação para cada solução.
As empresas foram então categorizadas em quatro estágios de preparação: Iniciante, Formativo, Progressivo e Maduro.
A falta de preparação para a cibersegurança é globalmente alarmante. Segundo dados da pesquisa, 71% dos entrevistados preveem interrupções nos negócios devido a incidentes cibernéticos nos próximos 12 a 24 meses. No Brasil, esse percentual é de 55%.
Além disso, no Brasil 93% das organizações utilizam IA para entender melhor as ameaças, enquanto 87% para detecção de ameaças e 74% para resposta e recuperação, destacando o papel vital da Inteligência Artificial no fortalecimento das estratégias de cibersegurança.
Veja mais destaques da pesquisa:
Outra abordagem da pesquisa foram os riscos no uso de IA Generativa, uma vez que as ferramentas de GenAI são amplamente adotadas, com 53% dos funcionários utilizando
ferramentas aprovadas de terceiros.
Ainda sobre a IA Generativa foi observado que:
Termo usado para descrever o uso de ferramentas e aplicações de Inteligência Artificial dentro de uma empresa sem o controle do departamento de TI ou da área responsável por governança de tecnologia, o shadow AI é um problema para 53% das organizações, que não têm confiança em detectar implantações desse tipo. Isso representa riscos significativos para a cibersegurança e a privacidade de dados.
Dentro de modelos de trabalho híbrido, 85% das organizações enfrentam riscos de segurança aumentados à medida que os funcionários acessam redes a partir de dispositivos não gerenciados, ou seja, equipamentos como notebooks, tablets, smartphones, pen drives ou até mesmo servidores que acessam sistemas da empresa o monitoramento adequado.
Enquanto 99% das organizações planejam atualizar sua infraestrutura de TI, apenas 55% alocam mais de 10% do orçamento de TI para cibersegurança, uma diminuição de 11% em relação ao ano passado.
Mais de 69% das organizações relatam que suas infraestruturas de segurança complexas, dominadas pela implantação de mais de dez soluções pontuais de segurança, estão dificultando sua capacidade de responder de forma rápida e eficaz às ameaças.
Segundo dados da pesquisa, 81% dos entrevistados identificam a escassez de profissionais qualificados em cibersegurança como um grande desafio, com 45% relatando mais de dez posições a serem preenchidas.
Na Symbioti, entendemos a importância de uma estratégia de segurança personalizada. Por isso, nossa equipe está pronta para ajudar você a escolher e implementar as melhores soluções para o seu negócio.
Entre em contato conosco e descubra como transformar a segurança digital da sua empresa.
Este site usa cookies para aprimorar sua experiência de navegação.