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Considerado um crime de fácil aplicação, o ataque cibernético por links maliciosos é apenas mais um modo “habilidoso” encontrado por criminosos para comprometer a segurança digital das empresas.
Ao lado de outros métodos famigerados de violação virtual, entre eles o phishing, malware e ataque de força bruta, os links maliciosos são responsáveis por uma porcentagem considerável das 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos às empresas brasileiras em 2024, segundo dados compilados pelo FortiGuard Labs.
Esses números preocupantes reforçam a necessidade de proteger os dados empresarias contra ataques cibernéticos.
Continue a leitura e saiba mais o que são e como se proteger dos riscos dos temíveis links maliciosos.
Um link malicioso é uma URL (“Uniform Resource Locator”, em tradução livre Localizador Uniforme de Recursos) projetada para enganar o usuário que, ao clicar nesse link, é encaminhado ao endereço de um recurso na internet, como um site, uma página específica ou um arquivo comprometido.
Como as URLs são essenciais para a navegação na web, facilitando o acesso a conteúdo e serviços online, o usuário é facilmente enganado e levado a um destino cibernético perigoso.
Para que pareça legítimo, os criminosos cibernéticos disfarçam esses links usando truques como domínios similares aos de empresas confiáveis (exemplo: “g00gle.com” em vez de “google.com”), em páginas que não passam de “clones” de sites renomados e autênticos.
A intenção do criminoso é que, ao fazer o indivíduo clicar em um link malicioso, ele promova:
A proteção contra links maliciosos é vital para garantir a segurança cibernética. Assim, se consegue evitar danos financeiros e roubo de informações, duas questões essenciais para organizações empresariais.
É interessante frisar que como esses links maliciosos podem ser enviados por e-mail, mensagens SMS, redes sociais e até estar em sites comprometidos, é preciso seguir algumas dicas práticas para proteção. Veja:
O primeiro passo é verificar o remetente, especialmente se o link vier de um e-mail ou mensagem de texto inesperada.
Outro modo de proteção é evitar clicar em links encurtados. Isso é feito ao passar o cursor sobre o link (sem clicar) para ver para onde ele realmente está redirecionando.
E sabe aquelas "ofertas imperdíveis"? Elas costumam guardar armadilhas para pegar quem não pode ver uma promoção pela internet e pedem atenção do usuário.
Fazer a certificação de que se trata de site legítimo diminui os riscos de cair na pegadinha do link malicioso. Por exemplo, “www.amazon.com” é legítimo, enquanto “www.arnazon.com” é, no mínimo, suspeito.
Sempre que possível, acesse sites que começam com “https://” (em vez de “http://”), pois eles são mais seguros e criptografados.
Com o avanço da internet, a cibersegurança também precisou evoluir. Algumas das ferramentas que são utilizadas na proteção de informações sigilosas são:
Como pode não ser o suficiente contar apenas com o entendimento dos funcionários sobre proteção de dados, é importante diminuir as situações de risco.
Por isso, é interessante implementar nas redes empresariais filtros de segurança de e-mail robustos, que bloqueiam remetentes desconhecidos e detectam links maliciosos, com recursos anti-spam.
Outro meio de trazer mais segurança é fazer a configuração dos navegadores utilizados pela equipe para bloquear sites maliciosos conhecidos ou potencialmente perigosos, utilizando extensões de segurança.
Limitar o acesso de funcionários a sistemas e informações sensíveis é outro modo eficaz de impedir que links maliciosos possam causar danos em áreas críticas.
Caso seja necessária uma maior rigidez, é indicado o controle de navegação, que deixa por meio de regras claras ao time de colaboradores que não é permitido o acesso a determinados sites não relacionados ao trabalho.
Peça à equipe de gestão de Tecnologia de Informação auditorias periódicas para monitorar o tráfego de rede em busca de atividades suspeitas, como acessos a links maliciosos ou sites não autorizados.
Essas auditorias devem estar em relatórios, que são documentos essenciais para garantir a transparência, a segurança dos dados e a rápida identificação de ameaças.
Como nem todos são experts em tecnologia ou estão conscientes dos perigos cibernéticos, realize treinamentos periódicos aos colaboradores sobre como reconhecer e evitar links maliciosos, phishing e outras ameaças digitais.
Além de orientar sobre como identificar e-mails suspeitos e a verificar URLs antes de clicar, faça simulações de ataques de phishing para testar o comportamento dos funcionários. Assim fica reforçada a conscientização sobre as ameaças de links maliciosos.
Mas se mesmo com todas essas barreiras de proteção digital alguém da sua empresa clicou em um link malicioso, é essencial agir rapidamente para minimizar os danos. Aqui está um passo a passo do que fazer:
Os perigos digitais são muitos e podem aparecer a qualquer momento. Por isso, proteger os dados da sua empresa é um processo contínuo que exige atenção, investimento e educação constante.
Se você está buscando soluções para proteger seus dados de forma eficiente, a Symbioti pode ajudar.
Com serviços em segurança da informação e suporte personalizado, a Symbioti garante que suas informações estejam sempre seguras e em conformidade com as regulamentações.
Entre em contato aqui e defenda sua empresa de ataques cibernéticos.
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