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Artigo | 31/01/2025

Quais são os ataques cibernéticos mais comuns no Brasil e como eles funcionam?

Em 2024, segundo a Check Point Research, o Brasil registrou um aumento alarmante nos ataques cibernéticos, com uma média de 2.766 tentativas semanais por organização no terceiro trimestre, representando um crescimento de 95% em relação ao mesmo período de 2023.

Esses números colocam o país como um dos maiores alvos na América Latina, especialmente em setores como: saúde, governo e varejo. 

Diante dessa realidade, é essencial que as empresas compreendam com quais tipos de invasores elas estão lidando, quais os ataques mais comuns e como se relacionar com esses métodos, cada vez mais utilizados pelos criminosos, para roubar e invadir sistemas.

Quais ataques são mais comuns?

Malware

O malware é um software malicioso projetado para causar danos a sistemas, roubar informações ou interromper operações. 

Ele pode assumir diversas formas, como: vírus, worms, trojans, spywares e ransomwares.

Esses programas são usados por cibercriminosos para invadir computadores, coletar dados sensíveis, manipular sistemas e até mesmo exigir resgates financeiros em troca de informações criptografadas.

Ransomware

O ransomware é uma subcategoria de malware que criptografa os dados da vítima e exige um pagamento para restaurar o acesso. 

Ele é frequentemente usado contra empresas e indivíduos para extorquir dinheiro, sendo distribuído por meio de phishing (técnica fraudulenta que utiliza e-mails, mensagens de texto, telefonemas ou sites falsos para induzir usuários a compartilharem informações sensíveis) ou exploração de vulnerabilidades. 

Os ataques também podem ser feitos a partir da utilização de credenciais roubadas para acessar redes corporativas e implantar o ransomware.

Phishing

O phishing é uma técnica de engenharia social que utiliza comunicações falsas, como e-mails ou mensagens fraudulentas, para enganar usuários e obter informações sensíveis, como senhas e dados bancários. 

Além disso, o phishing pode ser usado para instalar malware nos dispositivos das vítimas.

Ataques DDoS (Distributed Denial of Service)

Os ataques DDoS sobrecarregam servidores ou redes com um volume massivo de tráfego, tornando os sistemas indisponíveis para seus usuários legítimos. 

Eles são frequentemente usados para interromper operações de empresas ou organizações como forma de protesto ou extorsão.

Man-in-the-Middle (MitM)

O ataque Man-in-the-Middle ocorre quando um invasor intercepta a comunicação entre duas partes sem que elas percebam e significa, em tradução livre, “homem do meio”.

Normalmente seu principal objetivo é furtar, espiar ou modificar os dados para obter algum benefício a partir de técnicas de extorsão.

A partir do MitM, o atacante pode monitorar, alterar ou inserir dados na comunicação, esse cibercrime é comum em redes Wi-Fi abertas ou por meio da exploração de vulnerabilidades em protocolos de segurança.

Ataques de Força Bruta

Os ataques de Força Bruta consistem em tentativas repetidas e automatizadas de adivinhar credenciais, como senhas ou chaves criptográficas. 

Essa técnica é usada para acessar contas ou sistemas protegidos e, embora seja uma prática ilícita, também pode ser utilizada em testes de segurança para identificar vulnerabilidades.

Spoofing

O spoofing envolve a falsificação de identidade digital para enganar sistemas ou pessoas. 

Os responsáveis pelos ataques podem se passar por entidades confiáveis para obter acesso a informações confidenciais ou realizar ações maliciosas. 

Exemplos dessa modalidade incluem falsificação de endereços IP, e-mails ou números de telefone.

Ataques baseados em identidade

Esses ataques exploram credenciais comprometidas para acessar sistemas sem a necessidade de malware. 

Os invasores utilizam autenticações legítimas para se passar por usuários autorizados, tornando esses ataques difíceis de detectar. 

Engenharia social

A engenharia social utiliza manipulação psicológica para induzir pessoas a revelar informações confidenciais ou realizar ações prejudiciais. 

Exemplos incluem telefonemas fraudulentos, mensagens enganosas e interações presenciais que exploram a confiança do alvo.

Ataques de injeção de código

Ataques desse tipo envolvem a inserção de código malicioso em aplicações vulneráveis para comprometer sistemas ou roubar dados. 

Exemplos comuns incluem injeção SQL e cross-site scripting (XSS), que exploram falhas no código das aplicações web.

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Com um time dedicado a mapear e atender as necessidades específicas de cada empresa, a Symbioti realiza um diagnóstico profundo e minucioso para desenhar soluções de segurança e gestão da informação sob medida.

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