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Em um mundo cada vez mais digitalizado, os hospitais e demais estabelecimentos de saúde enfrentam não apenas os desafios clínicos e operacionais do dia a dia, mas também uma crescente ameaça: os ataques cibernéticos. Por conta disso, o investimento em cibersegurança se torna cada vez mais essencial para esse segmento.
A digitalização dos prontuários, o uso de equipamentos médicos conectados à internet, a interligação entre sistemas hospitalares e a adoção de plataformas de telemedicina aumentam significativamente a vulnerabilidade dessas instituições, principalmente pelo fato de se tratar de informações extremamente sigilosas.
Entenda, no texto a seguir, quais são os principais riscos de vazamentos de dados e como isso pode afetar gravemente pacientes, profissionais e as próprias instituições.
Hospitais e clínicas lidam diariamente com informações extremamente sensíveis, como dados pessoais, históricos médicos, diagnósticos, tratamentos, prescrições e resultados de exames. Esses dados, além de confidenciais, são altamente visados por cibercriminosos, devido ao seu valor no mercado ilegal.
Diferentemente de outros setores, o impacto de um ataque cibernético na saúde pode ser devastador. Estamos falando de riscos que não afetam apenas a privacidade de pacientes, mas que podem inclusive colocar vidas em risco, caso sistemas críticos sejam comprometidos.
Uma falha de segurança pode tirar do ar equipamentos de suporte à vida, atrasar atendimentos de emergência ou bloquear o acesso a prontuários em situações delicadas.
É comum que algumas instituições vejam a cibersegurança como um gasto adicional, especialmente em um setor pressionado por custos operacionais. No entanto, o custo de um ataque cibernético é infinitamente maior do que o investimento preventivo em segurança digital.
Além disso, garantir a segurança da informação fortalece a reputação da instituição, protege vidas e promove um ambiente digital confiável e eficiente.
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Vazamento de dados na saúde podem provocar fraudes e extorsões.[/caption]
Ataques cibernéticos contra empresas ligadas à área da saúde são, infelizmente, comuns. Em 2023, ocorreu um grande vazamento de dados que expôs mais de 5,8 milhões de registros de saúde de brasileiros, incluindo consultas, procedimentos e exames.
Outro grande caso ocorreu em 2020, quando 243 milhões de brasileiros tiveram dados expostos. O número é maior do que a atual população brasileira, pois inclui também informações de pessoas que já faleceram.
O vazamento de dados é um dos riscos mais graves. Prontuários médicos expostos podem revelar diagnósticos, tratamentos, doenças crônicas, uso de medicamentos, dados pessoais e até informações financeiras. Esses dados podem ser usados em fraudes, extorsões, engenharia social ou vendidos na dark web.
Além do impacto financeiro, um ataque cibernético pode interromper serviços críticos, como sistemas de agendamento, monitoramento de pacientes, resultados de exames laboratoriais ou até equipamentos de UTI conectados à rede.
Quando um hospital sofre um vazamento de dados, a confiança dos pacientes é abalada. Isso pode impactar diretamente a credibilidade da instituição e gerar perda de pacientes e parceiros.
Além dos prejuízos operacionais causados pela paralisação dos serviços, há os custos com a contenção do incidente, pagamento de resgates (no caso de ransomware), multas regulatórias e ações judiciais.
A cibersegurança deve ser tratada como parte estratégica da gestão institucional. Por isso, os hospitais precisam contar com ferramentas como firewall, antivírus, sistema de detecção e resposta a ameaças, VPNs e backups regulares.
Boa parte dos ataques ocorre por falhas humanas, fazendo com que treinamentos periódicos sejam necessários para que os funcionários reconheçam possíveis ameaças e adotem boas práticas no ambiente digital.
É fundamental controlar quem pode acessar quais informações. Princípios de menor privilégio, autenticação por biometria ou cartões, e registro de logs ajudam a evitar acessos indevidos.
Por fim, é muito importante que as instituições de saúde se atentem aos requisitos exigidos pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) para garantir a conformidade com a lei e evitar possíveis ações judiciais.
Investir em cibersegurança é essencial para proteger informações confidenciais, propriedade intelectual, dados de clientes e a infraestrutura tecnológica da empresa.
A Symbioti é especialista em desenvolver e implementar medidas e práticas que visam identificar, prevenir, detectar e responder a incidentes de segurança cibernética.
Isso inclui a adoção de soluções de segurança, como firewalls, sistemas de detecção e prevenção de intrusões, antivírus, criptografia e autenticação em dois fatores.
A Symbioti também ajuda sua empresa a manter sistemas e softwares atualizados, realizando auditorias de segurança regulares, fornecendo treinamentos de conscientização aos funcionários e estabelecendo políticas de segurança sólidas.
Entre em contato conosco e saiba mais sobre as soluções que oferecemos para a sua empresa.
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