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Uma das principais estratégias na proteção de dados arquivados, o backup é o processo de cópia e armazenamento de informações, sendo uma defesa fundamental contra ataques de cibercriminosos e perdas acidentais de registros digitais.
Desse modo, em um cenário cada vez mais interconectado, onde ameaças como vírus, ransomware e falhas de sistema são constantes, manter cópias de segurança atualizadas é uma necessidade, enquanto ignorar essa ação é um risco desnecessário.
A perda de dados, aliás, é uma questão com impactos financeiros severos para o empresariado brasileiro. Segundo informações da edição 2025 da “Digital Trust Insights”, pesquisa global realizada pela PwC, só no Brasil um terço das empresas respondentes enfrentaram perdas de pelo menos US$1 milhão no período de três anos.
Mas qual o modelo mais seguro de backup: na nuvem ou local? Acompanhe a seguir e tire suas dúvidas sobre esse processo necessário para a segurança da informação.
Em uma explicação simples, o backup é uma cópia de segurança de dados importantes, feita para evitar a perda dessas informações em caso de falhas no equipamento, acidentes, ataques cibernéticos com vírus ou exclusão acidental.
Ou seja, ao realizar o backup de documentos, imagens, mídias, dados corporativos, arquivos de e-mail entre outros, está sendo guardada uma cópia dos arquivos em outro lugar, como em um HD externo, nuvem, pen drive ou outro computador.
Assim, é praticamente certo que, se algo der errado com os arquivos originais, alguma ação possa ser feita rapidamente e com o mínimo de perdas.
Mais do que uma questão técnica, o backup é uma estratégia de proteção cibernética e continuidade de negócios.
Contar com cópias atualizadas, seguras e em locais diferentes é essencial para garantir a integridade e a disponibilidade das informações diante de qualquer ameaça digital.
Veja a seguir os motivos que fazem do backup imprescindível quando a cibersegurança está em vulnerabilidade:
Em ataques de sequestro de dados, os hackers bloqueiam os arquivos e exigem pagamento para liberar o acesso, uma prática de malware conhecida como ransomware.
Com o backup atualizado, a empresa se mostra preparada para esse tipo de ataque, já que assim é possível simplesmente restaurar os dados e evitar pagar resgate
Nenhum sistema está imune a imprevistos. Dispositivos de armazenamento podem apresentar falhas físicas, arquivos importantes podem ser excluídos acidentalmente e até mesmo sistemas inteiros podem ser corrompidos por erros ou ataques cibernéticos.
Nessas situações, o backup se torna um recurso essencial e ter uma cópia atualizada dos dados garante que as informações possam ser restauradas com agilidade, evitando interrupções prolongadas nas atividades e minimizando prejuízos.
Números de uma pesquisa da empresa de segurança digital Kaspersky revelam que o custo médio de um incidente de perda de dados chega a US$ 1,23 milhão para grandes empresas e US$ 120 mil para pequenas organizações.
Para evitar esse encargo tão impactante, é necessário ter em mãos cópias de segurança, pois isso reduz o tempo de inatividade e os prejuízos causados por apagamento de dados.
Ter uma política de backup eficaz ajuda a atender legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo que dados pessoais sejam protegidos e possam ser restaurados em caso de incidentes.
O backup é uma camada extra de proteção contra danos causados por práticas como o spear phishing, que se utilizam de colaboradores com acesso a dados sensíveis para, por meio de mensagens personalizadas, capturar informações confidenciais, como senhas, credenciais de acesso ou dados bancários.
Prática surgida com os primeiros computadores comerciais quando eram utilizadas fitas magnéticas como arquivo reserva, o backup evoluiu no mesmo passo que a internet, chegando até o backup digital, em que a cópia de segurança é armazenada em servidores online, acessados via internet.
Escolher entre um servidor físico e um na nuvem depende das necessidades, recursos e prioridades de quem vai usar.
A seguir, veja uma comparação entre os dois modelos:
A expressão “nuvem” (cloud) é usada na tecnologia para representar um sistema de armazenamento e processamento de dados fora do seu dispositivo local, normalmente hospedado em grandes datacenters.
O nome surgiu como uma forma visual de simplificar um conceito complexo, uma vez que ao invés de guardar os dados em um local físico visível (como um HD), eles estão "em algum lugar da internet", acessíveis de qualquer lugar.
Uma solução prática e segura, o backup na nuvem é cada vez mais adotado por pessoas e empresas para proteger dados contra perdas e ameaças digitais.
Isso é feito por meio de serviços como:
O backup na nuvem oferece diversas vantagens de praticidade e segurança. Uma das principais é o acesso remoto, que permite recuperar ou consultar arquivos de qualquer dispositivo conectado à internet, a qualquer hora e de qualquer lugar.
Esse tipo de backup conta com altos níveis de segurança, utilizando criptografia para proteger as informações e servidores redundantes, o que significa que os dados são replicados em diferentes locais para evitar perdas.
Outro benefício é a automatização do processo, já que muitas plataformas realizam backups periódicos automaticamente, sem que o usuário precise se preocupar em lembrar de fazer isso manualmente.
Por fim, o backup na nuvem também garante proteção contra desastres físicos, como incêndios, roubos ou falhas em equipamentos locais.
Já entre as desvantagens, algumas das mais perceptíveis são:
Fala-se "backup local" porque esse tipo de cópia de segurança é feita e armazenada fisicamente no mesmo ambiente onde os dados originais estão, ou seja, localmente em um dispositivo físico, como:
O armazenamento local oferece diversas vantagens, sendo uma das principais é o acesso rápido às informações, sem a necessidade de conexão com a internet, o que garante agilidade em casos de recuperação urgente.
Ao manter os dados armazenados fisicamente em dispositivos como HDs externos ou servidores próprios, o usuário tem total controle sobre onde e como esses dados estão guardados, o que pode ser essencial para políticas de segurança mais rígidas.
Outra vantagem importante é o aspecto financeiro: ao contrário dos serviços na nuvem, que geralmente exigem pagamento recorrente, o backup local pode representar uma economia a longo prazo, já que o investimento é feito apenas na aquisição e manutenção do equipamento, sem mensalidades.
Já as desvantagens envolvem:
A resposta depende do perfil e das necessidades de quem vai utilizá-lo. Para usuários domésticos ou pequenos negócios, o backup na nuvem costuma ser a melhor opção pela praticidade e a baixa manutenção, podendo ser configurado para funcionar automaticamente.
Já para empresas que lidam com dados sensíveis, que não podem correr o risco de ficar offline ou que precisam de acesso rápido às informações, o ideal é apostar em um modelo híbrido, uma combinação entre o backup na nuvem e o backup local.
Assim, é possível aproveitar o melhor dos dois mundos, com a segurança e proteção extra proporcionadas pela nuvem, e a agilidade e o controle direto do armazenamento físico.
Adotar uma política de backup eficiente é indispensável para garantir a segurança, a integridade e a disponibilidade das informações da sua empresa.
Na Symbioti, oferecemos soluções especializadas em segurança da informação, com serviços que incluem estratégias completas de backup, monitoramento constante e suporte técnico qualificado.
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