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Surgida como uma resposta à necessidade de tornar a tecnologia da informação mais acessível e flexível, a computação em nuvem (“cloud computing”, em inglês) faz parte do dia a dia de empresas e usuários do ambiente digital.
O uso da computação em nuvem – ou seja, fora do dispositivo local – está presente no armazenamento de fotos e arquivos, na troca de e-mails, nos aplicativos de troca de mensagens instantâneas (WhatsApp, Telegram, Zoom e Google Meet), em serviços de streaming e em ferramentas como assistentes virtuais e de Inteligência Artificial, entre eles Alexa, Google Assistente, Siri e até o ChatGPT.
A expansão acelerada da computação em nuvem pode ser observada na seguinte projeção da consultoria Gartner: os gastos globais com serviços de nuvem pública deverão atingir US$ 723,4 bilhões em 2025, um aumento significativo em relação aos US$ 595,7 bilhões de 2024.
Veja a seguir como funciona a computação em nuvem e como ela deve ser usada para a segurança cibernética da sua empresa.
Longe de se referir àquelas nuvens que se formam no céu por meio da condensação do vapor de água, a computação em nuvem é um modelo de tecnologia que permite acessar pela internet inúmeros recursos de computação, como servidores, armazenamento, banco de dados, redes, software e Inteligência Artificial, sem a necessidade de manter todos esses recursos em uma infraestrutura física local, o chamado hardware.
O nome surgiu como uma forma visual de simplificar um conceito complexo, já que em vez de guardar os dados em um local físico visível (como um HD), eles estão "em algum lugar da internet", acessíveis de qualquer lugar.
Quando o indivíduo ou empresa usa serviços de nuvem, está acessando pela internet servidores remotos, computadores poderosos alojados em grandes data centers, que são mantidos por empresas especializadas, disponibilizados em serviços como Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure ou Google Cloud.
A computação em nuvem se tornou indispensável em ambientes de negócios, desde pequenas startups até empresas globais, pois permite:
Apesar de ser um conceito (embrionário) surgido ainda na década de 1960, a consolidação e a expansão da computação em nuvem ganharam forma a partir do lançamento na primeira década do século XXI do Amazon Web Services, popularizando o modelo de infraestrutura como serviço (IaaS).
Antes da difusão da computação em nuvem, as empresas precisavam investir pesado em infraestrutura própria, tendo que comprar servidores, montar data centers, contratar equipes para a gestão de TI e, ainda assim, enfrentavam limitações de espaço e custos que muitas vezes extrapolavam as possibilidades monetárias da organização.
Os principais motivos que levaram ao surgimento da computação em nuvem são:
Com a expansão da internet e a utilização em massa de redes sociais, aplicativos e serviços digitais, aumentou muito a necessidade de processar e armazenar grandes volumes de dados. Dessa maneira, a nuvem surgiu para atender a essa demanda de forma ágil.
Servidores, manutenção, energia, refrigeração e equipe técnica são caros. A nuvem permite que empresas paguem apenas pelo que usam, como um serviço de luz ou água.
Empresas precisavam crescer rápido, testar ideias novas ou atender picos de acesso. A computação em nuvem oferece escalabilidade imediata, possibilitando aumentar os recursos com poucos cliques.
Com a globalização e, mais recentemente, com a pandemia, surgiu a necessidade de acessar arquivos e sistemas de qualquer lugar, já que boa parte das empresas tem sua equipe em home office. A nuvem facilita isso com segurança.
A tecnologia de virtualização, que permite rodar vários sistemas em um único servidor físico, tornou possível dividir e otimizar o uso dos servidores, a base da computação em nuvem moderna.
Os serviços de nuvem são categorizados em três principais modelos, cada um com suas características e propósitos:
A segurança na nuvem é uma prática estratégica e técnica que visa proteger dados, aplicações e serviços armazenados ou operados em ambientes de computação em nuvem.
Como os recursos na nuvem são acessados via internet, ficam protegidos contra acessos não autorizados, vazamentos e demais ataques cibernéticos.
Os princípios da segurança na nuvem garantem a confidencialidade, que assegura que apenas pessoas ou sistemas devidamente autorizados possam acessar as informações, evitando exposições indevidas, enquanto a integridade protege os dados contra alterações não autorizadas.
Já a disponibilidade assegura que os sistemas, aplicações e dados estejam acessíveis sempre que necessário, o que mantém o funcionamento contínuo das operações.
Esses três pilares trabalham juntos para manter a confiança e a eficácia dos serviços em nuvem.
Os provedores de nuvem geralmente adotam práticas rigorosas para proteger seus ambientes, incluindo:
Na Symbioti, entendemos a importância de uma estratégia de segurança personalizada. Por isso, nossa equipe está pronta para ajudar você a escolher e implementar as melhores soluções para o seu negócio.
Entre em contato e descubra como transformar a segurança digital da sua empresa.
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